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GOL DO NÁUTICO ZÉ MARIO NAUTICO 1 X 0 SPORT

GOL DE THIAGO COSTA BAHIA 1 X 1 SANTA CRUZ

GOL DE FAVIO CAÇA RATO CONTRA O BETIM

SANTA CRUZ 2 X 1 PELO JARDIM MILER

NÁUTICO 1 X 0 PETROLINA

NÁUTICO 2 X 0 PETROLINA ELTON

NAUTICO 3 X 0 PETROLINA ROGERIO

NAUTICO 4 X 0 PETROLINA ROGERIO

NAUTICO 5 X 0 PETROLINA ROGERIO

NAUTICO 6 X 0 PETROLINA

NAUTICO 7 X 0 PETROLINA RENATO

NAUTICO 8 X 0 PETROLINA GEOVANI

SANTA 1 X O FEIRENSE GOL DE PHILCO

SANTA CRUZ 2 X 0 FEIRENSE RENATINHO

SPORT 1 X 1 CONFIANÇA REINALDO

SPORT 2 X 1 CONFIANÇA MARCOS AURELIO

SPORT 3 X 1 CONFIANÇA FELIPE MENEZES

terça-feira, 24 de abril de 2012

Preparo físico não é o ideal, admite fisiologista do Náutico
POSTADO POR Breno Pires ÀS 17:20 EM 23 DE Abril DE 2012

Souza foi um dos jogadores nitidamente cansados no segundo tempo
Foto: Guga Matos/JC imagem

O mau condicionamento físico dos jogadores do Náutico foi apontado pelo técnico Alexandre Gallo como um problema na partida contra o Sport. Essa condição seria um reflexo de um trabalho de preparação física insatisfatório antes de o técnico aos Aflitos, quando quem comandava a atividade era Carlos Bona. Faltaria força e resistência aos jogadores. O treinador afirmou que tinha dados da comissão técnica permanente do clube que comprovavam isso. Chegou a citar o nome do fisiologista Cléber Queiroga e do preparador Ricardinho Seguins, que já estavam no clube; teria ouvido deles essas informações. O Blog do Torcedor conversou com Queiroga sobre o assunto.

Queiroga admitiu que a preparação física dos jogadores não está num ponto satisfatório, mas apontou que isso foi o resultado de uma pré-temporada muito curta, várias lesões que aconteceram e também a necessidade de acelerar o retorno de jogadores machucados aos jogos, quando eles precisariam de mais dias para retomar a força e a resistência que diminui quando algum atleta fica dez ou mais dias sem jogar.

Confira entrevista com Cléber Queiroga:

Blog do Torcedor — Gallo declarou que os jogadores do Náutico não estão bem condicionados e que teve de fazer substituições apenas pela questão física. Como você explica isso?

Cléber Queiroga — É uma questão bem abrangente. Hoje, a gente gostaria que o time estivesse melhor nessa condição física. Gallo tem certa razão no que ele falou. Ele é um treinador que tem uma cobrança muito grande nesse aspecto. Ele acreditava que, quando a gente chega na reta final, a gente tem que chegar com o melhor da condição. Agora por que não tá na melhor condição? Lógico que tem vários aspectos. A gente tem jogadores que chegaram por último e têm uma condição baixa. O objetivo era chegar todo mundo com essa mesma condição. A gente procurou reunir com a comissão técnica para poder solucionar os problemas específicos. Os problemas de lesão também atrapalharam muito nessa questão. Quando o jogador passa 15 a 20 dias no DM, ele perde um pouco de força e resistência. Pela necessidade nossa em duas competições, Copa do Brasil e Campeonato Pernambucano, e ainda uma situação indefinida com relação à classificação, a gente tinha que acelerar a recuperação e o condicionamento desses atletas, e ao mesmo tempo não ficar fora dos jogos.

Blog — Sobre a questão da força dos atletas?

Cléber — Gallo prioriza muito a questão da força, tem essa linha de trabalho. Waldemar trabalha muito no campo mesmo, em si. O atleta também condiciona no trabalho com bola. Os trabalhos que Bona faziam era mais na areia, já Gallo tem uma concepção diferente de trabalho de força, bruto mesmo, com musculação. A questão é que alguns atletas fizeram um bom trabalho e outros não.

Blog — Então seria culpa dos atletas o mau condicionamento?

Cléber — Não, a gente não considera culpa dos atletas. É difícil. O X da questão é que a gente não chegou à condição ideal. Em nenhum momento a imprensa comentou que o Náutico estava mal fisicamente, mas que estava esfacelado por muita mudança. A imprensa nunca enxergou que tá mal fisicamente, porque não estamos. Mas a gente poderia chegar melhor a essa fase.

Blog — Quais trabalhos deveriam ter sido feitos para que o condicionamento do grupo ficasse ótimo e homogêneo?

Cléber — O direcionamento de trabalho não foi feito como gostaríamos que fosse. Identificamos quais atletas precisavam de trabalho de força, quais de resistência, quais velocidade de reação, mas o trabalhar dessas necessidades não foi como a gente queria. Também por conta do número de jogadores lesionados. Tiuí passou no DM, Jefferson também, o João Ananias também passou tempos em jogar, Souza...

Blog — Houve algum erro de planejamento da preparação física?

Cléber — Não teve um erro de planejamento. Se eu digo que houve um erro de planejamento, eu estou sendo antiético com o preparador físico que estava aqui. Por conta desses problemas que eu citei, o trabalho não teve a qualidade que poderia ter.

Blog — Está havendo alguma mudança agora que Gallo assumiu como técnico?

Cléber — Ricardo Seguins foi efetivado como primeiro preparador físico. Gallo conhece ele da passagem em 2010 e gostou muito da linha de trabalho, que se assemelha na questão de focar muito na força física. Gallo já quis já levar Seguins para outros clubes depois que saiu do Náutico, o Avaí e um time da Arábia. A gente vai querer homogeneizar o grupo e entrar forte na Série A.

Blog — Dá para melhorar a condição nesse semana para o jogo na Ilha do Retiro?

Cléber — A gente não tem agora a condição de dar uma carga de trabalho grande numa semana pré-clássico, e sendo clássico decisivo. Hoje a gente está de folga, uma folga prevista, porque os atletas precisam de recuperação, os atletas jogaram ontem e quem não jogou fez um circuito de força hoje. Amanhã temos treino em dois períodos e pegada forte.





sport
Gustavo Dubeux diz que Ricardo Tavares foi bem tecnicamente, mas pede árbitro de fora
POSTADO POR Marcelo ÀS 16:37 EM 23 DE Abril DE 2012

Após o Clássico dos Clássicos, do último domingo, vencido pelo Sport, por 2x1, nos Aflitos, o presidente do Leão, Gustavo Dubeux, voltou a manter a posição do clube de solicitar à FPF, a escalação do trio de arbitragem da Fifa, de outros estados, para as partidas decisivas do Pernambucano Coca-Cola. Essa foi uma postura adotada pelo clube desde o início da temporada. E está sendo reforçada após a atuação polêmica de Ricardo Tavares no clássico.

"O árbitro de fora do Estado impõe mais respeito diante dos jogadores. Por isso, sempre defendemos essa ideia", declarou o presidente, que defendeu o árbitro Ricardo Tavares na questão técnica. "Ele errou no quesito disciplinar. Distribuiu muitos cartões. Mas acertou nos pênaltis marcados. E o lance de Renê é duvidoso", afirmou.

Na Ilha do Retiro, mesmo tendo vencido o jogo, os rubro-negros ainda questionam a postura da diretoria do Náutico, que criticou a arbitragem durante todo o campeonato, mas, às vésperas da semifinal, defendeu a escalação dos árbitros locais. Os dirigentes ainda não se manifestaram, mas cobram uma atitude do presidente da FPF, Evandro Carvalho, diante dos alvirrubros, que voltaram a fazer duras críticas ao árbitro Ricardo Tavares.



nchaço no pé de Dênis Marques diminui, mas ele ainda é dúvida
Publicado em 23.04.2012, às 21h00

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Dênis Marques ainda é dúvida para a segunda semifinal
Foto: Rodrigo Lobo/JC Imagem

Do NE10

A presença do atacante Dênis Marques na segunda partida das semifinais do Campeonato Pernambucano Coca-Cola diante do Salgueiro é uma incógnita. O jogador ainda sente dores no dorso do pé direito, machucado durante o rachão no último sábado, que o tiraram do primeiro confronto. Ele passou por uma ressonância magnética nesta segunda e amanhã o resultado será divulgado.

"Ele fez uma ressonância para termos a dimensão dessa contusão. Hoje está bem melhor, com menos dor e o edema reduziu", disse o médico Gilson Resende. Ele revelou que ainda houve um esforço para colocar o artilheiro em campo no Cornélio de Barros mas ele sequer conseguia colocar o pé no chão. "Ainda tentamos fazer uma bota (com ataduras) mas não tinha condição nenhuma".

Para o jogo da segunda-feira (30) ele acredita que haverá tempo suficiente para recuperar o camisa nove. "Vamos fazer todo o esforço para ele ir para o segundo jogo".

Mas DM9 não é o único problema para o departamento médico. Com o ataque já previamente desfalcado de Geílson - cumprirá suspensão por ter sido expulso - também será importante recuperar Carlinhos Bala, com uma lesão muscular na panturrilha direita. "Bala está fazendo tratamento e em franca recuperação. Temos boas perspectivas", disse Resende.

Quem não preocupa é o volante Memo, que se machucou durante o jogo. "Memo está quase assintomático, foi examinado hoje. Foi mais um cansaço muscular", explicou.






Salgueiro
Tamandaré não quer retranca contra o Santa Cruz
Lateral espera que o Carcará jogue de igual para igual no Arruda
Publicado em 23/04/2012, às 19h05
Do JC Online

Principal destaque do Salgueiro na vitória por 2x1 contra o Santa Cruz, no último domingo (22.4), pelo jogo ida da semifinal do Pernambucano, o lateral-direito Marcos Tamandaré, de 31 anos, afirmou que o Carcará não deve se retrancar se quiser conquistar a inédita vaga na final. Autor do primeiro gol e responsável pela assistência do segundo, o jogador acredita que os sertanejos devem jogar de igual para igual no Arruda.

Tamandaré, que jogou no Santa Cruz em 2009, acredita que a vitória foi extraordinária e passou a receita para a segunda partida. “Não podemos jogar atrás o jogo inteiro, se não tomaremos gol. Temos de manter a mesma postura e equilíbrio e jogar de igual para igual”, afirmou o lateral. “O Arruda estará lotado e o que vai diferenciar será a nossa atitude”, completou.

De acordo com Tamandaré, o Salgueiro não deve ser diferente da partida pela 16ª rodada, quando foi derrotado pelo Santa Cruz, por 2x0. “Estávamos melhor no jogo quando levamos os dois gols. Eles têm um time de qualidade, mas podemos passar. Temos de manter o ritmo”, disse. Essa foi o único revés do Carcará contra um time grande. Em sete jogos, foram cinco vitórias, um empate e uma derrota.

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